Trapezista

Poemas de Gilmar Leal Santos
Iluminuras de Paolo Ridolfi e Cris Agostinho
2018, Capa Dura, 296 páginas

Tenho achado que escrever poemas é uma arte muito esquisita. Sei que é esquisita porque quando termino de escrever um poema me vem uma sensação de saber que o último verso que escrevi sempre será o último verso da penúltima versão.

Assim, um poema nunca fica pronto: parece que as palavras ficam ali, grudadas no papel, em banho-maria, até chegar ao belo dia quando serão trocadas, modificadas ou simplesmente eliminadas juntamente com o verso inteiro.

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