O poço

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O poço


20 de março de 2019

De uma margem à outra,
há um rio.
No céu-espaço onde supõe-se nada,
há as estrelas escondidas pelo brilho do sol.

Vaza, por sobre as duas margens,
a imagem da lua minguante,
tímida, distante e opaca,
adornando o espaço deixado pelas cumulus.

Fluem o tempo e as águas do rio.
Não há ciclo.
A única direção é o futuro.

Recebo o que me é oferecido,
agradeço o que recebo.
E a outra margem ainda me é estrangeira

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