Amor, tirano!

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Amor, tirano!


22 de março de 2019

Amor, tirano!
Mata-me sem razão,
mata-me depressa
ou
ao contrário, degusta cada pio
de meus lábios — feito promessa
prometida que não se cumpriu.

E grava, em tua retina,
a minha cara de horror
ao contemplar teu gozo
e tua frieza, doces. Depois,
esquece de mim,
para me dar minha segunda morte.

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